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Cogumelos Salteados com Molho de SojaPor Carla RochaEsta é uma receita fácil e rápida que costumo fazer para comer assim simples, como acompanhamento, ou como complemento de massa, que foi como foi consumida desta vez. Sendo eu apreciadora de cogumelos, tento ter sempre pelo menos uma embalagem deles frescos, pois em dias em que a inspiração ou a força de vontade estão a roçar níveis muito baixos, são sempre uma boa opção.
Ceviche de SalmãoPor Carla RochaO ceviche é um prato que não agrada a todos por diversos aspetos, sendo os dois mais comuns, poder ser feito com peixe cru, nesta receita salmão e, também pelo seu forte sabor ácido. Aqui em casa eu sou a única que gosto e fi-lo pela primeira vez para mim. Aproveitei um lombo de salmão descongelado que me sobrou de um Poke. Este é um detalhe importante, embora o peixe seja 'cozinhado' com o ácido, quando feito em casa, o ceviche deve ser feito com peixe descongelado e não fresco, é mais seguro. Ao congelar, o peixe está sujeito a temperaturas baixas que matam qualquer organismo nocivo. O que fiz, foi descongelar completamente o peixe no frigorífico, dentro da embalagem de vácuo que está acondicionado. Para o ceviche pode usar vários tipos de peixe, sendo os mais comuns e usuais de se fazer em casa, o salmão ou o atum.
Batatas Assadas no Forno (Acompanhamento Cabrito de Páscoa)Por Carla RochaFaço sempre estas batatas para acompanhar o cabrito de páscoa, ficam deliciosas e são super fáceis de fazer! A dificuldade aqui na Maia é sempre arranjar batatas de boa qualidade, daquelas brancas e secas, em Olhão, o meu pai tem sempre batatas excelentes! Experimente fazer, vai ver que ficam bem saborosas.
Cabrito Assado no FornoPor Carla RochaO cabrito ou borrego assado no forno é uma comida típica da época da Páscoa, que anda na mesa dos portugueses durante todo o ano, uma ótima refeição de domingo. Ouço sempre alguém dizer que não gosta, isso talvez, porque nunca o comeram bem preparado, pois sendo uma carne com um sabor forte, há que o temperar bem, com algum tempo de antecedência. Aqui em casa, não falta no almoço de Páscoa, acompanhado por batatas assadas, arroz de forno e esparregado. É sempre uma refeição que dá algum trabalho a preparar, mas que nos sabe muito bem. Nos tempos apresentados nesta receita, não inclui os tempos de repouso para marinar, que devem ser no mínimo 12 horas.
Esparregado de EspinafresPor Carla RochaAqui em casa este Esparregado de Espinafres é o nosso preferido, nem o tento fazer com grelos, pois não nos agrada o sabor azedo dos mesmos. Já este Esparregado de Espinafres, comemos quanto houver, é delicioso. Nunca falta na nossa mesa de Páscoa!
Arroz de Forno (Acompanhamento Cabrito de Páscoa)Por Carla RochaAqui em casa na Páscoa, não há cabrito sem haver este Arroz de Forno. Um arroz que coze totalmente no forno e que fica com um sabor e uma consistência que singular. Aproveito algum do caldo que o cabrito forma enquanto coze, para juntar ao arroz por forma a lhe dar um sabor delicioso.
Pão de Ló HúmidoPor Carla RochaEste é sem dúvida, o Pão de Ló preferido da Joana. Ainda ela não o começou a comer e já está a dizer que vai acabar rápido ?. Ao contrário do que se pensa, não é nada difícil de fazer, sendo que o que acho mais difícil é mesmo acertar com o tempo de cozedura, pois não gosto dele nem muito cru, nem muito cozido. Gosto dele cozido nos lados e cru apenas ao centro. O tipo de ovos também faz diferença neste pão de ló, sendo que preferencialmente uso sempre ovos caseiros, o que não aconteceu este ano, pois não houve oportunidade de os comprar. Mesmo assim, saiu este lindo e delicioso pão de ló húmido que tornou a nossa Páscoa ainda mais docinha!
Folar de ValpaçosPor Carla RochaDesde que vim morar para o norte do país que adotei este folar na Páscoa, não fosse eu fã assumida de enchidos 😉. A massa é uma massa fofa, que cresce bastante, alternada com camadas de carnes e enchidos fumDesde que vim morar para o norte do país que adotei este folar na Páscoa, não fosse eu fã assumida de enchidos 😉. A massa é uma massa fofa, que cresce bastante, alternada com camadas de carnes e enchidos fumados, onde o presunto e o salpicão assumem o papel principal. Quando o faço em Olhão, coloco fatias finas de toucinho gordo. Aqui na Maia como não o tenho, coloquei barriga fumada, que por sinal adoro. As quantidades que aqui indico dão para dois folares médios, ou um grande, sendo que o grande, aconselho a fazer como o tradicional, isto é, abrir a massa, espalhar as carnes por cima e depois enrolar. Vai depois a cozer num tabuleiro de barro ou pirex, cujas paredes não devem ter mais de 8cm de altura, para que o folar cresça e abra um pouco para os lados. Eu optei por fazer os meus em separado, isto é, 500g de farinha e respetivos ingredientes, de cada vez, para que pudesse amassar tudo na batedeira.ados, onde o presunto e o salpicão assumem o papel principal. Quando o faço em Olhão, coloco fatias finas de toucinho gordo. Aqui na Maia como não o tenho, coloquei barriga fumada, que por sinal adoro. As quantidades que aqui indico dão para dois folares médios, ou um grande, sendo que o grande, aconselho a fazer como o tradicional, isto é, abrir a massa, espalhar as carnes por cima e depois enrolar. Vai depois a cozer num tabuleiro de barro ou pirex, cujas paredes não devem ter mais de 8cm de altura, para que o folar cresça e abra um pouco para os lados. Eu optei por fazer os meus em separado, isto é, 500g de farinha e respetivos ingredientes, de cada vez, para que pudesse amassar tudo na batedeira.
Folar Algarvio de BaterPor Carla RochaEste folar leva-me de volta à minha infância e ao Montenegro (Faro), onde vivi até aos 8 anos. Sempre foi o folar preferido do meu pai. Embora em casa o que entrasse mais fosse o folar de Olhão que a minha avó Juliana fazia como ninguém, tinha que haver sempre um folar destes para o meu pai e com ovo cozido dentro, senão nem era folar 😊. Da família, pelo menos que eu me recordo, quem o fazia era a tia Alzira. É um folar um pouco diferente, pois não leveda e é feito na batedeira ao invés de ser amassado. Tem sabor forte a especiarias, erva doce e canela que eu tanto adoro. Tenham apenas atenção ao encher a forma, não passem mesmo dos 2/3, senão acontece-vos o que me aconteceu a mim e que podem ver no vídeo. Eu aviso, mas depois não cumpro! O que interessa é que este folar está divinal e vai estar na nossa mesa de Páscoa.
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